O desafio dos números como caminho para compreender o sistema de numeração e as operações matemáticas
DOI:
https://doi.org/10.47734/rce.v7iFC.2935Palavras-chave:
Algoritmo, Ensino de Matemática, Ensino Fundamental, Materiais Manipulativos, Mathematics teaching, cooperative learning, elementary education, experience report, manipulative materialsResumo
Este relato de experiência descreve uma sequência didática desenvolvida com uma turma de 6º ano do Ensino Fundamental de uma escola particular de Americana (SP), utilizando materiais manipulativos e atividades lúdicas para favorecer a compreensão do sistema de numeração e das operações matemáticas. A proposta integrou a rotina pedagógica da disciplina e articulou exploração histórica dos sistemas numéricos, uso do ábaco e do material dourado, desafios em grupo e resolução colaborativa de problemas. O acompanhamento realizado pelo professor consistiu apenas em registros pedagógicos usuais, sem coleta sistemática de dados ou procedimentos investigativos. Os resultados observados em sala apontaram aumento do engajamento, melhora na participação, fortalecimento da cooperação entre os estudantes e maior compreensão conceitual, especialmente no entendimento do valor posicional e das propriedades das operações. A experiência demonstra que práticas ativas e colaborativas contribuem para tornar a aprendizagem matemática mais significativa, visual e acessível, reforçando o papel do professor como mediador e organizador de ambientes de investigação e descoberta.
THE NUMBER CHALLENGE AS A PATHWAY TO UNDERSTANDING THE NUMBERING SYSTEM AND MATHEMATICAL OPERATIONS
Abstract
This experience report describes a didactic sequence developed with a 6th-grade class from a private school in Americana, São Paulo, integrating manipulatives and playful activities to support the understanding of the number system and basic mathematical operations. The proposal was carried out as part of the regular Mathematics curriculum and combined the historical exploration of numerical systems, the use of the abacus and base-ten blocks, group challenges, and collaborative problem-solving. The teacher’s monitoring consisted only of ordinary pedagogical notes, without systematic data collection, interviews, or investigative procedures. The observations made during the activities indicated increased student engagement, improved participation, strengthened cooperative interactions, and greater conceptual understanding, especially regarding place value and the properties of operations. The experience demonstrates that active, visual, and collaborative practices can contribute to more meaningful and accessible mathematics learning, reinforcing the teacher’s role as a mediator in environments of exploration and discovery.
Keywords: Mathematics teaching; manipulatives; cooperative learning; elementary education; experience report.
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