Todo dia ela faz tudo sempre igual?

o cotidiano das operárias da fábrica Santa Rosália em Sorocaba (1903-1914)

Autores

  • Kamila Cristiane Vigarani do Nascimento IFSP-Câmpus Sorocaba

Palavras-chave:

mulheres, História de Sorocaba, cotidiano, operárias, gênero

Resumo

No fim do século XIX e início do século XX, a cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo, experimentou significativas mudanças econômicas, sociais e urbanas. Esta pesquisa, portanto, pretende investigar o cotidiano das operárias da Fábrica Santa Rosália (1903-1914), na cidade de Sorocaba, enfocando suas experiências de trabalho, sociabilidade e relação com o ideal burguês de feminilidade. Ancorando-se nos estudos sobre a classe operária feminina brasileira de Margareth Rago, buscamos adaptar a metodologia da fabulação crítica proposta por Saidiya Hartman para reconstruir o cotidiano dessas mulheres operárias. Procuramos compreender, a partir dos vestígios materiais e arquitetônicos da vila operária dessa fábrica, como essas mulheres performaram, contestaram ou reformularam o ideal burguês de família e feminilidade.

Biografia do Autor

Kamila Cristiane Vigarani do Nascimento, IFSP-Câmpus Sorocaba

Graduanda  em Pedagogia pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) – Campus Sorocaba. Desenvolve pesquisas voltadas para as áreas de memória operária, patrimônio histórico-cultural e práticas pedagógicas fora do espaço escolar, com destaque para a crônica histórica e a educação patrimonial na região de Sorocaba/SP.

Referências

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Publicado

10/15/2026

Como Citar

NASCIMENTO, . C. V. do. Todo dia ela faz tudo sempre igual? o cotidiano das operárias da fábrica Santa Rosália em Sorocaba (1903-1914). Revista Ciência em Evidência , [S. l.], n. único, p. e023015, 2026. Disponível em: https://ojs.ifsp.edu.br/cienciaevidencia/article/view/2874. Acesso em: 22 out. 2026.

Edição

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Edição Especial - NUGS 10 anos

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