O gênero textual na EJA

Quo tendimus ad emancipationem?

Palavras-chave: Gênero textual, LSF, Ensino de português, Emancipação

Resumo

Este artigo resultou de uma pesquisa de campo realizado em sala de aula, com quatro turmas do 2º segmento da EJA, em uma escola pública da Rede de Ensino do Distrito Federal no decorrer de um bimestre e meio, com o objetivo de mapear os gêneros textuais estudados   nas aulas de língua portuguesa. Para o mapeamento, inventários, dos gêneros. Baseio-me no conceito de agrupamento de gêneros proposto por Schneuwly e Dolz (2004). Em seguida, proponho a abordagem de gênero na perspectiva da Linguística Sistêmico-Funcional (LSF), na visão de Halliday e Hasan (1989), como uma prática pedagógica fundamental e capaz de capacitar os estudantes a produzirem textos mais eficazes e críticos (Cope & Kalantzis, 1999). Ao discutir as implicações pedagógicas sob o viés da LSF, busco focar, de forma explícita, os gêneros textuais no processo do letramento e revelar as relações existentes entre estruturas textuais e propósitos sociais em seus diferentes contextos de situação, pois só assim é possível empoderar o aluno para sua emancipação.

Biografia do Autor

Sônia Margarida Ribeiro Guedes, Universidade de Brasília (UnB)

Pós-doutorado, doutorado e mestrado em Linguística pela Universidade de Brasília (UnB). Especialização em Códigos e Linguagens com Ênfase no Ensino Médio pela Universidade de Brasília (UnB). Graduação em Letras Português e Literatura pela Universidade de Brasília (UnB).

Referências

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Publicado
2022-06-13